SILVIO MEIRA

a rede que se renova… e as chances da microsoft

image dia atrás, prince declarou que a internet havia “se acabado”. a entrevista foi ao mirror inglês e quem tiver tempo e dominar a língua deve passar por lá pra ver quão estranho um ser humano pode se tornar. prince, há tempos, chegou no nível 9 da escala jackson de esquisitice. este blog comentou o delírio do artista neste link, a business insider neste outro e a rede inteira falou sobre isso, dias a fio.

vamos voltar rapidamente ao assunto pela ótica da business insider que, dando uma outra conotação à frase de prince, diz que a internet está mesmo se acabando; se acabando e renascendo, todo dia, o tempo inteiro. e o olhar é sobre as empresas: para algumas, o sol está se pondo quase de uma vez por todas; para outras, ele pode continuar nascendo, mas com muito, muito esforço.

claro que isso vale para todos os tipos de negócio, na rede ou não. em particular, eu acho que todas as pequenas empresas de software, dessas responsáveis pela informatização de pequenos negócios, estão correndo sério risco de terminarem, nos próximos anos, no grande cemitérios dos CNPJ. nos EUA, a estimativa é que esta parte da economia de software perca centenas de milhares de empregos nos próximos anos; no brasil, não vai ser diferente. a razão é software como serviço, SaaS. com tanta mudança envolvida, o assunto é controverso.

e este não é um cenário de fim de mundo; o que desaparece, se feito por uns e ainda necessário –mesmo que de outra forma e com outra eficiência- será feito por outros, de outra forma. ou então será substituído por outras coisas, que terão que ser feitas… e por aí vai.  o mundo todo, todo dia, se renova.

voltando ao “fim da internet”, business insider cita algumas das grandes empresas da economia digital e discute como elas estão administrando um legado monumental de um passado digital distante, de dez, quinze anos atrás e o trabalho gigantesco que terão que realizar para estarem vivas daqui a dez, quinze anos. e as chances de isso acontecer.

a lista dos gigantes problemáticos tem a microsoft [que tem 35 anos de vida, já], yahoo, AOL, mySpace e eBay. claro que a microsoft atrai mais atenção do que todo o resto; AOL, mySpace e eBay, para todos os efeitos práticos, são página virada –pelo menos segundo o pessoal da insider; pra saber porque, clique neste link. yahoo, como se sabe, casou com a microsoft e é por isso mesmo que o blog vai tratar, nos próximos poucos parágrafos, somente do estado da empresa de bill gates. e isso de forma muito ingênua, simples e curta, pois a discussão é longa e complexa e merece livros, artigos e teses. vamos lá.

antiga dona do desktop, a microsoft vê seu domínio ameaçado por aplicações na rede; perde espaço para google na coleta, geração e organização de informação em rede e para a apple nos dispositivos. e pra eles e muitos outros em mobilidade. como se não bastasse, há tempos e estágios da evolução do mercado de TICs, demora muito a agir e mudar. veja a dificuldade do momento, a de criar uma estratégia de mobilidade que ofereça uma alternativa a iPhone e android. como todos sabem, os KIN, celulares da empresa, morreram alguns meses depois de lançados, um fracasso retumbante sob todos os aspectos. na verdade, nunca deveriam ter sido lançados; ninguém, em bom juízo, sabe até hoje porque foram lançados. segundo um funcionário [e acionista] da MSFT…

"We had a huge launch party on campus and I bet that party cost more than the amount of revenues we took in on the product. As an employee, I am embarrassed. As a shareholder, I am pissed. It's one thing to incubate products and bring them to a proof-of-concept to see what works, but it's something else to launch. I suspect we launched because we felt like we HAD to so we could save face because we were trying to build buzz, but overall – HUGE fail."

ou seja: KIN não era um brinquedo… e havia gente levando a coisa a sério a ponto de dar uma megafesta de lançamento do “produto”. pra entender o problema, veja os muitos [muitos mesmo, e muito interessantes, alguns] comentários de gente da própria empresa em um texto sobre o fim do KIN neste link. grave, sob qualquer ponto de vista.

claro que o problema da microsoft –como de toda empresa de sua idade e porte- é muito maior do que o de uma linha de celulares; mas há muita gente, e gente que saiu da microsoft, repetindo aos quatro ventos que a empresa deixou de tomar decisões com base em negócios e engenharia para ser um grande e confuso espaço de politicagem.

se for isso mesmo, o risco de caos organizacional nunca foi tão grande, especialmente neste tempo dos negócios em rede, quando o “inimigo” da empresa [de “software fechado”] deixou de ser a diversidade, riqueza e animação [e, em parte, a desarticulação e desalinhamento] dos grupos de “software aberto” para vir dos negócios, muito bem estruturados e alinhados, de “software como serviço”. em poucas palavras, a disputa entre software aberto e fechado está sendo vencida por software como serviço, ou “no software”. closed vs. open = no, eu diria [num texto de 2004, aqui].

ao mesmo tempo, o estilo ballmer de administrar as coisas trata tudo do mesmo jeito: games, do ponto de vista estratégico e operacional, parece que tem que funcionar como office ou windows. ou, muito pior, como o malfadado KIN. e ballmer, ao contrário do que gates era consistentemente capaz de fazer, talvez não esteja vendo muitos possíveis futuros.

image

vale a pena dizer que os problemas da microsoft já duram mais de década, como pode ser visto neste link, que aponta para dificuldades, em 2000, que a empresa enfrenta até hoje. pra ver o tamanho do problema em valor de mercado, clique na imagem acima, de um infográfico interativo do NYT, comparando a microsoft e apple nos últimos dez anos.

segundo muitos analistas, as chances de empresas do porte da microsoft se renovarem são baixas; mas redmond tem muitos bilhões de dólares [mais de 37B] em caixa para gastar numa mudança [radical, se quiser]. mas não será fácil. segundo gente senior que saiu da empresa, um tal esforço deveria começar pela demissão de muita gente [uns quarenta mil… dos quase noventa mil empregados] que estão batendo cabeça em redmond e no resto do mundo… coisa difícil de fazer em uma estrutura do porte e complexidade da microsoft. e tem gente que acha que o próprio steve ballmer deveria pegar o caminho de casa para nunca mais voltar, responsável que seria pela “década perdida” da empresa. complicado.

image

mas deve-se lembrar que a IBM já esteve bem pior, lá pela década de 90, se recuperou e voltou a ser um gigante do setor, com quase cem bilhões de dólares de faturamento e margem de lucro acima de 14%. tudo bem que a empresa de t. j. watson não é a lançadora de pods, pads e modas; mas é um grande e lucrativo negócio, depois de sua gigantesca crise dos anos oitenta e noventa.

e não é difícil lembrar que a própria microsoft, depois de achar que a internet não era pra valer, deu a volta por cima e se tornou um dos líderes do mercado de software para e na web. segundo muitos, foi exatamente o custo político e estratégico desta virada que levou a empresa ao limbo onde hoje se encontra.

mas o mundo que gates criou, definitivamente, ainda não acabou. vamos ter muito o que falar disso, ainda.

image

Outros posts

E AÍ… IA [II]

Trabalho, Emprego e IA   Há uma transformação profunda do trabalho e da produção, como parte da transformação figital dos mercados, da economia e da

EFEITOS DE REDE E ECOSSISTEMAS FIGITAIS [XV]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

E AÍ, IA… [I]

IA fará com que todos sejam iguais em sua capacidade de serem desiguais. É o maior paradoxo desde que Yogi Berra disse… ‘Ninguém mais vai

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [XII]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [xi]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [x]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [ix]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [vi]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [v]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [iv]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

chatGPT: cria ou destrói trabalho?

O potencial de relevância e impacto inovador de transformadores [veja A Grande Transformação dos Transformadores, em bit.ly/3iou4aO e ChatGPT is everywhere. Here’s where it came

A Grande Transformação dos Transformadores

Um transformador, na lembrança popular, era [ainda é] a série de filmes [Transformers, bit.ly/3Qp97cu] onde objetos inanimados, inconscientes e -só por acaso- alienígenas, que existiam

Começou o Governo. Cadê a Estratégia?

Estamos em 02/01/2023. Ontem foram as posses e os discursos. Hoje começam a trabalhar um novo Presidente da República, dezenas de ministros e ainda serão

23 anotações sobre 2023 [xxiii]

Este é o 23° de uma série de textos sobre o que pode acontecer, ou se tornar digno de nota, nos próximos meses e poucos

23 anotações sobre 2023 [xxii]

Este é o 22° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xxi]

Este é o 21° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xx]

Este é o 20° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xix]

Este é o 19° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xviii]

Este é o 18° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xvii]

Este é o 17° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xvi]

Este é o 16° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xv]

Este é o 15° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xiv]

Este é o décimo quarto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xiii]

Este é o décimo terceiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xii]

Este é o décimo segundo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xi]

Este é o décimo primeiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [x]

Este é o décimo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [ix]

Este é o nono de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [viii]

Este é o oitavo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [vii]

Este é o sétimo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [vi]

Este é o sexto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [v]

Este é o quinto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [iv]

Este é o quarto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [iii]

Este é o terceiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [ii]

Este é o segundo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [i]

Esta é uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar digno de nota,

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [ii]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [i]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

O Metaverso, Discado [4]

Este é o quarto post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor começar lendo o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g], que tem um link pro

O Metaverso, Discado [3]

Este é o terceiro post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor começar lendo o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g], que tem um link pro

O Metaverso, Discado [2]

Este é o segundo post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor ler o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g] antes de começar a ler este aqui. Se puder, vá lá, e volte aqui.

O Metaverso, Discado [1]

O metaverso vai começar “discado”. E isso é bom. Porque significa que vai ser criado e acontecer paulatinamente. Não vai rolar um big bang vindo

chega de reuniões

um ESTUDO de 20 empresas dos setores automotivo, metalúrgico, elétrico, químico e embalagens mostra que comportamentos disfuncionais em REUNIÕES [como fugir do tema, reclamar, criticar…

Definindo “o” Metaverso

Imagine o FUTEBOL no METAVERSO: dois times, A e B, jogam nos SEUS estádios, com SUAS bolas e SUAS torcidas. As BOLAS, cada uma num

Rupturas, atuais e futuras,
no Ensino Superior

Comparando as faculdades com outras organizações na sociedade,percebe-se que sua peculiaridade mais notável não é seu produto,mas a extensão em que são operadas por amadores.

O que é Estratégia?

A primeira edição do Tractatus Logico-Philosophicus [TLP] foi publicada há exatos 100 anos, no Annalen der Naturphilosophie, Leipzig, em 1921. Foi o único livro de

O Brasil Tem Futuro?

Uma das fases mais perigosas e certamente mais danosas para analisar e|ou entender o nosso país é a de que “O Brasil é o país

Os Velhos Envelopes, Digitais

Acho que o último envelope que eu recebi e não era um boleto data da década de 1990, salvo uma ou outra exceção, de alguém

Houston, nós temos um problema…

Este texto é uma transcrição editada de uma intervenção no debate “De 1822 a 2022 passando por 1922 e imaginando 2122: o salto [?] da

Pessoas, Games, Gamers, Cavalos…

Cartas de Pokémon voltaram à moda na pandemia e os preços foram para a estratosfera. Uma Charizard holográfica, da primeira edição, vale dezenas de milhares

As Redes e os Currais Algorítmicos

Estudos ainda limitados[1] sobre política e sociedade mostram que a cisão entre centro [ou equilíbrio] e anarquia [ou caos] é tão relevante quanto a divisão

O Trabalho, em Transição

Trabalho e emprego globais estão sob grande impacto da pandemia e da transformação digital da economia, em que a primeira é o contexto indesejado que

O ano do Carnaval que não houve

Dois mil e vinte e um será, para sempre, o ano do Carnaval que não houve. Quem sentirá na alma são os brincantes para quem

Rede, Agentes Intermediários e Democracia

Imagine um provedor de infraestrutura e serviços de informação tomando a decisão de não trabalhar para “um cliente incapaz de identificar e remover conteúdo que

21 anotações sobre 2021

1 pode até aparecer, no seu calendário, que o ano que vem é 2021. mas não: é 2025. a aceleração causada por covid19, segundo múltiplas

A Humanidade, em Rede

Redes. Pessoas, do mundo inteiro, colaborando. Dados, de milhares de laboratórios, hospitais, centros de pesquisa e sistemas de saúde, online, abertos, analisados por sistemas escritos

tecnologia e[m] crises

tecnologia, no discurso e entendimento contemporâneo, é o mesmo que tecnologias da informação e comunicação, TICs. não deveria ser, até porque uma ponte de concreto

o que aconteceu
no TSE ontem?

PELA PRIMEIRA VEZ em muitos anos, o BRASIL teve a impressão de que alguma coisa poderia estar errada no seu processo eleitoral, e isso aconteceu

CRIAR um TEMPO
para o FUTURO

em tempos de troca de era, há uma clara percepção de que o tempo se torna mais escasso. porque além de tudo o que fazíamos

Duas Tendências Irreversíveis, Agora

O futuro não acontece de repente, todo de uma vez. O futuro é criado, paulatinamente, por sinais vindos de lá mesmo, do futuro, por caminhos

futuro: negócios e
pessoas, figitais

em tempos de grandes crises, o futuro, às vezes mais do que o presente, é o centro das preocupações das pessoas, famílias, grupos, empresas e

bom senso & saber

uma pergunta que já deve ter passado pela cabeça de muita gente é… o que é o bom senso, e como é que a gente

uma TESE são “só” 5 coisas…

…e uma dissertação e um trabalho de conclusão de curso, também. este post nasceu de um thread no meu twitter, sumarizando perguntas que, durante a

os novos NORMAIS serão FIGITAIS

há muitas empresas achando que… “agora que COVID19 está passando, bora esquecer essa coisa de DIGITAL e trazer os clientes de volta pras lojas”… enquanto

Novas Formas de Pensar em Tempos Incertos

O HOMO SAPIENS anatomicamente moderno tem ceca de 200.000 anos. Há provas de que tínhamos amplo controle do fogo -talvez “a” tecnologia fundadora da humanidade-

Efeitos não biológicos de COVID19

A PARTIR do que já sabemos, quais os impactos e efeitos de médio e longo prazo da pandemia?… O que dizem as pesquisas, não sobre

APRENDER EM VELOCIDADE DE CRISE

TODOS OS NEGÓCIOS estiveram sob gigantesca pressão para fazer DUAS COISAS nas últimas semanas, quando cinco décadas de um processo de transformação digital que vinha,

UM ANTIVÍRUS para a HUMANIDADE

SARS-COV-2 é só um dos milhares de coronavírus que a ciência estima existir, ínfima parte dos 1,7 milhões de vírus desconhecidos que os modelos matemáticos

Mundo Injusto, Algoritmos Justos?

Se um sistema afeta a vida das pessoas, exige-se que seu comportamento seja justo. Pelo menos no que costumamos chamar de civilização. Ser justo é

Das nuvens, também chovem dados

Há uns meses, falamos de Três Leis da Era Digital, inspiradas nos princípios de Asimov para a Robótica. As Leis eram… 1ª: Deve-se proteger os

As Três Leis da Era Digital

Há setenta e oito anos, Isaac Asimov publicava a primeira versão do que todos conhecem como as Três Leis da Robótica[1]. A Primeira diz que

o apocalipse digital…

…segundo silvio meira, capítulo 55, versículo 2019, parágrafos 1 a 8. escrito em plena sexta-feira 13, num dos grupos de inovação [corporativa] mais animados e

por uma educação
“sem” distância

Uma versão editada do texto abaixo foi publicada no ESTADÃO em 28/08/2019, quando ninguém tinha a menor ideia de que toda a educação do país

uma classe para o brasil

este texto tem origem numa discussão [em grupos de zap, que depois se tornaram mesas de bar…] sobre o protagonismo do brasil em um particular cenário

Silvio Meira é cientista-chefe da TDS.company, professor extraordinário da CESAR.school e presidente do conselho do PortoDigital.org

contato@tds.company

Rua da Guia, 217, Porto Digital Recife.

tds.company
somos um negócio de levar negócios para o futuro, nosso objetivo é apoiar a transformação de negócios nascentes e legados nas jornadas de transição entre o presente analógico e o futuro digital.

strateegia
é uma plataforma colaborativa de estratégia digital para adaptação, evolução e transformação de negócios analógicos em plataformas e ecossistemas digitais, desenvolvido ao longo de mais de uma década de experiência no mercado e muitas na academia.