SILVIO MEIRA

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [vi]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto em bit.ly/3J51vZc, o sexto em… bit.ly/3Jkd8vC, o sétimo em… bit.ly/3JTlBHM e o oitavo em… bit.ly/42z6sT1], sobre Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais, com a co-autoria de André Neves. Esse texto é o rascunho de um documento que será publicado como um ebook pela TDS.company.

As redes dos poderes.
E o poder dos indivíduos em rede.

Há 30 anos, Castells[1] afirmava que redes não poderiam existir nas escalas da época sem a mediação de tecnologias de informação e comunicação. Se lá elas já eram “a forma organizacional emergente do mundo”, nos últimos 15 anos as redes [digitais] se tornaram a base para a transformação das relações de produção em fluxos de informação e poder em rede que redesenham os sistemas de criação, produção e gestão. O que leva a todo um debate sobre os limites de crescimento das redes e de suas implicações sobre a regulação, em todo mundo.

Redes transformam audiência em comunidade. Desde 2006, pessoas informatizadas [smartphones!] passaram a ser agentes de transformação de mercados e participar decisivamente dos processos de desenho de produtos e serviços e do redesenho de negócios e organizações[2] -mesmo que a vasta maioria das empresas não saiba que isso está acontecendo ou tenha apenas uma vaga noção deste novo status quo. Nesta mudança de paradigma, pessoas deixaram de ser meros espectadores para se tornar membros ativos de comunidades. Nas empresas, é preciso entender que pessoas em rede, formando laços e relações mais próximas, podem ser um diferencial competitivo para as empresas, no mercado.

Redes redesenham as articulações das pessoas fora e dentro das empresas. Nelas, o trabalho está em processo de mudança. No passado era trabalho algorítmico, em que pessoas seguiam regras e realizavam tarefas específicas, sob gestão hierárquica [e algorítmica[3], que alguns querem propor como o futuro, agora], com limites muito bem estabelecidos e inquestionáveis. O trabalho do futuro é de conhecimento, criativo, vai muito além das regras e limites já determinados e, de sua iniciativa, [re]desenha suas próprias redes, [re]interpreta as regras, reage a realidades em mudança e lida com requisitos conflitantes para criar soluções minimamente viáveis a partir das quais pode-se pensar em escala e sustentabilidade.

O trabalho está passando a ser realizado por redes de conhecimento que estendem e aumentam o potencial dos trabalhadores, ampliando seu repertório e capacidade de solucionar problemas com mais trocas de experiências e ideias, fomentando colaboração e co-criação. Sem um ambiente para sua evolução, redes de conhecimento perdem muito de sua efetividade potencial nos negócios. Até porque inovação, criatividade e aprendizagem contínua dependem de liberdade para experimentar e testar novas ideias e, em rede, de plataformas apropriadas para facilitar a colaboração entre os membros da rede.

O trabalho não se transforma em redes por acaso. Redes são a forma organizacional mais eficiente porque promovem flexibilidade, escalabilidade e resiliência[4]e influenciam produtividade de todos negócios de forma dramática[5]. Redes não surgiram com tecnologias de informação e comunicação. Mesmo sendo elas duas as bases do processo histórico de extensão e expansão do corpo e mente humana, que hoje habilitam certos tipos de presença humana em todo lugar, o tempo todo, agora, as redes independem delas e estão em toda parte, em todas as dimensões da natureza. Inclusive, nos negócios, como base para os processos de descentralização, distribuição e dessincronização do trabalho, que foram acelerados pela pandemia. É quase certo que empresas capazes de capturar esta nova forma de trabalho na, para e em rede vão criar vantagens competitivas radicais sobre seus competidores, a ponto de redefinir seus mercados. Porque indivíduos em rede tem o potencial de ganhar a escala da rede, e sua performance.

Nesse cenário, as lideranças precisam evoluir para facilitadores e catalisadores da rede[6], em vez de meros controladores: incentivar a participação ativa na rede, promover a diversidade e a inclusão, e estimular relações baseadas em confiança e transparência para habilitar aprendizado contínuo. Em mercados de conhecimento, os negócios são de aprendizado e todas as carreiras são de aprendiz. E toda liderança será exercida de forma colaborativa, envolvendo os membros da rede no processo de tomada de decisão e na definição dos objetivos e metas da organização. Quanto maior e melhor for o engajamento[7] na rede do negócio, maior tende a ser seu desempenho e produtividade[8].

Colaboradores engajados têm um maior senso de conexão e comprometimento com a organização. Isso leva a maior motivação, satisfação no trabalho e senso de propriedade no sucesso da empresa. Quem está engajado é mais propenso a ir além dos requisitos de seu trabalho, a tomar iniciativa e a colaborar com os colegas.

Em suma, o trabalho de conhecimento e em rede está transformando a arquitetura, organização e operação das empresas e como, nelas, profissionais lidam com desafios. As redes de conhecimento têm papel fundamental nesse processo, permitindo a colaboração, o compartilhamento de ideias e a construção de soluções inovadoras.

Nos negócios, no trabalho, agora e no futuro, as pessoas são o poder em rede; as pessoas, as redes e os trabalhos em estado de transição[9],[10],[11]. Não se trata de uma simples adaptação ou evolução de algo que já vinha acontecendo, mas uma transformação radical dos arranjos de criação de valor em todos os tipos de organização, em todos os mercados, em todo mundo.

Em comunidade, abundância digital –de conexões, capacidade dos fluxos e dos nós de tratamento de informação das redes- se contrapõe à escassez analógica como a luminosidade à escuridão. Um mantra de 13 Cs está na base de tudo…

…compartilhando confiança, comunidades colaborando criam contextos, conhecimento, combinações e cultura, convencem consumidores, causam comércio.

Mas há um risco sistêmico: para Castells, as sociedades [e muitas, muitas empresas] estão cada vez mais estruturadas sobre uma oposição entre redes e indivíduos, com as primeiras literalmente minerando[12] os segundos e deles extraindo sua singularidade ao ponto de desumanização[13].

A saída? O poder da identidade, da pessoalidade, do tratamento singular, da habilitação cidadã, do empoderamento. A sustentabilidade de redes e dos efeitos de rede depende –intrinsecamente- de engajamento continuado, criado por experiências que habilitam, estendem e aumentam pessoas, suas capacidades e habilidades no tempo e espaço –agora- figitais.

No longo prazo e sob regulação que mitigue efeitos predatórios e de lock-in de grandes plataformas, o maior poder nas redes é o dos indivíduos, em rede. Ainda mais em redes que são descentralizadas e distribuídas e quando os indivíduos se tornarem programadores e conectores. Toda estratégia de longo prazo, para negócios em rede -ou seja, todos os negócios- deve levar esta premissa em conta: em última análise, poder será dos indivíduos, sobre as organizações.

A participação ativa e o engajamento dos indivíduos são a chave para a sustentabilidade das redes. Em ambientes onde digital e social permitem conexão instantânea entre pessoas em qualquer lugar, o potencial para o crescimento de comunidades é imenso… mas o sucesso das redes não depende apenas da tecnologia, mas também do comportamento humano.

Um exemplo de poder dos indivíduos em rede pode ser visto em comunidades de código aberto, onde pessoas se unem para colaborar no desenvolvimento de software. A habilidade de programar pode ser a liga [na verdade, veremos, faz parte de um efeito de rede…] que une as pessoas, mas o real poder da comunidade se origina da contribuição e do envolvimento de cada indivíduo. É através da troca de ideias, da resolução conjunta de problemas e da colaboração que a comunidade se fortalece e evolui.

Outro exemplo vem da economia colaborativa, baseada na ideia de que é possível compartilhar recursos e habilidades de forma mais efetiva do que elas são negociadas nos mercados e negócios ortodoxos. Ainda outro exemplo -quase oposto às comunidades de código aberto- está em redes como Twitter ou Instagram, onde indivíduos criam suas comunidades e se tornam influenciadores, com o poder de moldar tendências, opinar sobre marcas e produtos e influenciar milhões, como líderes que ditam comportamento de terceiros. Como certos tipos de influenciadores mostram, o poder dos indivíduos em rede também pode ser usado para fins negativos.

O resumo da ópera? Redes são a base da transformação das relações de produção em fluxos de informação e poder em rede, redesenhando sistemas de criação, produção e gestão. Nelas, pessoas se tornam agentes de transformação de mercados, do [re]desenho de produtos, serviços, negócios e organizações. Em rede, as pessoas deixaram de ser meros espectadores para se tornarem membros ativos de comunidades, onde uma nova articulação, dentro e fora das empresas, estende e aumenta o potencial dos trabalhadores e seus potenciais clientes, ampliando repertórios e capacidades de solucionar problemas com mais interações e trocas, fomentando colaboração e co-criação.

As empresas precisam capturar a nova forma de trabalho na, para e em rede, para transformar seu próprio poder e torná-lo um diferencial competitivo no mercado.


[1] Anttiroiko, A-V., “Castells’ network concept and its connections”, JoSS, 2015, bit.ly/3liD7vz.

[2] Tollman, P. et el., “A New Approach to Organization Design”, BCG, 2016, on.bcg.com/3QrS6gM.

[3] Nurski, L., Algorithmic management is the past, not the future of work, Bruegel, 2021, bit.ly/3ZStL8m.

[4] Castells, M., Informationalism, Networks and the Network Society… [pp. 3-], Elgar, 2004, bit.ly/3mQa8zl.

[5] van Alstyne, M., N. Bulkley, Why information should influence productivty, [pp. 145-], Elgar, 2004, bit.ly/3mQa8zl.

[6] Ibarra, H., M. L. Hunter, “How Leaders Create and Use Networks”, HBR, 2007, bit.ly/3yP99lL.

[7] Levin, D. Z., T. R. Kurtzberg, Sustaining Employee Networks in the Virtual Workplace, SMR, 2020, bit.ly/3ZVKSGT.

[8] Lauricella, T. et al., Network effects: How to rebuild social capital…, McK, 2022, mck.co/3TsWnmo.

[9] Bryan, L. L. et al., “Harnessing the power of informal employee networks”, McKQ, 2007, mck.co/3SOL8Ea.

[10] Dimitrova, D., B. Wellman, “Networked Work and Network Research”, ABS, 2015, bit.ly/3QLCKU2.

[11] OMIDYAR network, “Our Vision for the Future of Workers and Work”, 2020, bit.ly/3pk1gA1.

[12] Zafarani, R. et al., “Social Media Mining”, Cambridge, 2014, bit.ly/3w43jvY.

[13] Harel, T. O. et al., “Identity, Affective Polarization, and Dehumanization on Facebook”, SM+S, 2020, bit.ly/3w43jvY.

Outros posts

EFEITOS de REDE

Este post é um índice de leitura dos textos da série “Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais”, com a co-autoria de André Neves. O texto

O Risco dos Manifestos

Um manifesto é sempre algo [muito] arriscado. Porque um manifesto expressa uma insatisfação com a realidade estabelecida, imediata, ao nosso redor. Um manifesto  não é

IA, no blog: Sugestões de Leitura

Se você está procurando textos sobre IA por aqui… Comece pela série E AÍ… IA: o primeiro texto, Introdução, está no link… tinyurl.com/2zndpt3r; o segundo,

E AÍ… IA [III]

Mas IA, de onde vem, pra onde vai?…   No futuro, há três tipos de inteligência: individual, social e artificial. E as três já são

E AÍ… IA [II]

Trabalho, Emprego e IA   Há uma transformação profunda do trabalho e da produção, como parte da transformação figital dos mercados, da economia e da

EFEITOS DE REDE E ECOSSISTEMAS FIGITAIS [XV]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

E AÍ, IA… [I]

IA fará com que todos sejam iguais em sua capacidade de serem desiguais. É o maior paradoxo desde que Yogi Berra disse… ‘Ninguém mais vai

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [XII]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [xi]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [x]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [ix]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [vi]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [v]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [iv]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

chatGPT: cria ou destrói trabalho?

O potencial de relevância e impacto inovador de transformadores [veja A Grande Transformação dos Transformadores, em bit.ly/3iou4aO e ChatGPT is everywhere. Here’s where it came

A Grande Transformação dos Transformadores

Um transformador, na lembrança popular, era [ainda é] a série de filmes [Transformers, bit.ly/3Qp97cu] onde objetos inanimados, inconscientes e -só por acaso- alienígenas, que existiam

Começou o Governo. Cadê a Estratégia?

Estamos em 02/01/2023. Ontem foram as posses e os discursos. Hoje começam a trabalhar um novo Presidente da República, dezenas de ministros e ainda serão

23 anotações sobre 2023 [xxiii]

Este é o 23° de uma série de textos sobre o que pode acontecer, ou se tornar digno de nota, nos próximos meses e poucos

23 anotações sobre 2023 [xxii]

Este é o 22° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xxi]

Este é o 21° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xx]

Este é o 20° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xix]

Este é o 19° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xviii]

Este é o 18° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xvii]

Este é o 17° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xvi]

Este é o 16° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xv]

Este é o 15° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xiv]

Este é o décimo quarto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xiii]

Este é o décimo terceiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xii]

Este é o décimo segundo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xi]

Este é o décimo primeiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [x]

Este é o décimo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [ix]

Este é o nono de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [viii]

Este é o oitavo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [vii]

Este é o sétimo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [vi]

Este é o sexto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [v]

Este é o quinto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [iv]

Este é o quarto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [iii]

Este é o terceiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [ii]

Este é o segundo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [i]

Esta é uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar digno de nota,

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [ii]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [i]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

O Metaverso, Discado [4]

Este é o quarto post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor começar lendo o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g], que tem um link pro

O Metaverso, Discado [3]

Este é o terceiro post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor começar lendo o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g], que tem um link pro

O Metaverso, Discado [2]

Este é o segundo post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor ler o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g] antes de começar a ler este aqui. Se puder, vá lá, e volte aqui.

O Metaverso, Discado [1]

O metaverso vai começar “discado”. E isso é bom. Porque significa que vai ser criado e acontecer paulatinamente. Não vai rolar um big bang vindo

chega de reuniões

um ESTUDO de 20 empresas dos setores automotivo, metalúrgico, elétrico, químico e embalagens mostra que comportamentos disfuncionais em REUNIÕES [como fugir do tema, reclamar, criticar…

Definindo “o” Metaverso

Imagine o FUTEBOL no METAVERSO: dois times, A e B, jogam nos SEUS estádios, com SUAS bolas e SUAS torcidas. As BOLAS, cada uma num

Rupturas, atuais e futuras,
no Ensino Superior

Comparando as faculdades com outras organizações na sociedade,percebe-se que sua peculiaridade mais notável não é seu produto,mas a extensão em que são operadas por amadores.

O que é Estratégia?

A primeira edição do Tractatus Logico-Philosophicus [TLP] foi publicada há exatos 100 anos, no Annalen der Naturphilosophie, Leipzig, em 1921. Foi o único livro de

O Brasil Tem Futuro?

Uma das fases mais perigosas e certamente mais danosas para analisar e|ou entender o nosso país é a de que “O Brasil é o país

Os Velhos Envelopes, Digitais

Acho que o último envelope que eu recebi e não era um boleto data da década de 1990, salvo uma ou outra exceção, de alguém

Houston, nós temos um problema…

Este texto é uma transcrição editada de uma intervenção no debate “De 1822 a 2022 passando por 1922 e imaginando 2122: o salto [?] da

Pessoas, Games, Gamers, Cavalos…

Cartas de Pokémon voltaram à moda na pandemia e os preços foram para a estratosfera. Uma Charizard holográfica, da primeira edição, vale dezenas de milhares

As Redes e os Currais Algorítmicos

Estudos ainda limitados[1] sobre política e sociedade mostram que a cisão entre centro [ou equilíbrio] e anarquia [ou caos] é tão relevante quanto a divisão

O Trabalho, em Transição

Trabalho e emprego globais estão sob grande impacto da pandemia e da transformação digital da economia, em que a primeira é o contexto indesejado que

O ano do Carnaval que não houve

Dois mil e vinte e um será, para sempre, o ano do Carnaval que não houve. Quem sentirá na alma são os brincantes para quem

Rede, Agentes Intermediários e Democracia

Imagine um provedor de infraestrutura e serviços de informação tomando a decisão de não trabalhar para “um cliente incapaz de identificar e remover conteúdo que

21 anotações sobre 2021

1 pode até aparecer, no seu calendário, que o ano que vem é 2021. mas não: é 2025. a aceleração causada por covid19, segundo múltiplas

A Humanidade, em Rede

Redes. Pessoas, do mundo inteiro, colaborando. Dados, de milhares de laboratórios, hospitais, centros de pesquisa e sistemas de saúde, online, abertos, analisados por sistemas escritos

tecnologia e[m] crises

tecnologia, no discurso e entendimento contemporâneo, é o mesmo que tecnologias da informação e comunicação, TICs. não deveria ser, até porque uma ponte de concreto

o que aconteceu
no TSE ontem?

PELA PRIMEIRA VEZ em muitos anos, o BRASIL teve a impressão de que alguma coisa poderia estar errada no seu processo eleitoral, e isso aconteceu

CRIAR um TEMPO
para o FUTURO

em tempos de troca de era, há uma clara percepção de que o tempo se torna mais escasso. porque além de tudo o que fazíamos

Duas Tendências Irreversíveis, Agora

O futuro não acontece de repente, todo de uma vez. O futuro é criado, paulatinamente, por sinais vindos de lá mesmo, do futuro, por caminhos

futuro: negócios e
pessoas, figitais

em tempos de grandes crises, o futuro, às vezes mais do que o presente, é o centro das preocupações das pessoas, famílias, grupos, empresas e

bom senso & saber

uma pergunta que já deve ter passado pela cabeça de muita gente é… o que é o bom senso, e como é que a gente

uma TESE são “só” 5 coisas…

…e uma dissertação e um trabalho de conclusão de curso, também. este post nasceu de um thread no meu twitter, sumarizando perguntas que, durante a

os novos NORMAIS serão FIGITAIS

há muitas empresas achando que… “agora que COVID19 está passando, bora esquecer essa coisa de DIGITAL e trazer os clientes de volta pras lojas”… enquanto

Novas Formas de Pensar em Tempos Incertos

O HOMO SAPIENS anatomicamente moderno tem ceca de 200.000 anos. Há provas de que tínhamos amplo controle do fogo -talvez “a” tecnologia fundadora da humanidade-

Efeitos não biológicos de COVID19

A PARTIR do que já sabemos, quais os impactos e efeitos de médio e longo prazo da pandemia?… O que dizem as pesquisas, não sobre

APRENDER EM VELOCIDADE DE CRISE

TODOS OS NEGÓCIOS estiveram sob gigantesca pressão para fazer DUAS COISAS nas últimas semanas, quando cinco décadas de um processo de transformação digital que vinha,

UM ANTIVÍRUS para a HUMANIDADE

SARS-COV-2 é só um dos milhares de coronavírus que a ciência estima existir, ínfima parte dos 1,7 milhões de vírus desconhecidos que os modelos matemáticos

Mundo Injusto, Algoritmos Justos?

Se um sistema afeta a vida das pessoas, exige-se que seu comportamento seja justo. Pelo menos no que costumamos chamar de civilização. Ser justo é

Das nuvens, também chovem dados

Há uns meses, falamos de Três Leis da Era Digital, inspiradas nos princípios de Asimov para a Robótica. As Leis eram… 1ª: Deve-se proteger os

As Três Leis da Era Digital

Há setenta e oito anos, Isaac Asimov publicava a primeira versão do que todos conhecem como as Três Leis da Robótica[1]. A Primeira diz que

Silvio Meira é cientista-chefe da TDS.company, professor extraordinário da CESAR.school e presidente do conselho do PortoDigital.org

contato@tds.company

Rua da Guia, 217, Porto Digital Recife.

tds.company
somos um negócio de levar negócios para o futuro, nosso objetivo é apoiar a transformação de negócios nascentes e legados nas jornadas de transição entre o presente analógico e o futuro digital.

strateegia
é uma plataforma colaborativa de estratégia digital para adaptação, evolução e transformação de negócios analógicos em plataformas e ecossistemas digitais, desenvolvido ao longo de mais de uma década de experiência no mercado e muitas na academia.