o divã de dados: de eliza aos llms e a emergência do selfigital

a manchete: “pacientes estão usando inteligência artificial junto com a terapia tradicional” (leia o texto do G1 neste link). o primeiro reflexo da maioria é o pânico. uma distopia, dirão alguns. a desumanização do cuidado, gritarão outros.

mas o que o texto do G1 relata é algo muito simples e direto: pessoas reais, na solidão das madrugadas ou na angústia do expediente, estão abrindo bots conversacionais antes, durante ou depois das sessões com seus terapeutas. a máquina não necessariamente está dando diagnóstico; ela virou um diário interativo, uma parede que responde, um espelho algorítmico onde o paciente organiza a própria bagunça mental para, só então, levar o material estruturado para o humano.

e isso não é um caso isolado. ao olhar para as pesquisas dos últimos dois anos, a curva é um salto exponencial. um estudo na harvard business review de 2025 já mostrava: o uso número um de ia generativa não era codificar ou fazer marketing, mas buscar terapia, companheirismo e propósito (acesse o estudo da hbr). no brasil, uma pesquisa da talk inc. mostrou que o uso de ia como ‘terapia’ cresceu cinco vezes entre 2024 e 2025 (disponível no relatório ia na vida real). agora em 2026, a american psychological association (apa) soltou um relatório onde um terço dos psicólogos afirma que seus pacientes já usam bots como assistentes terapêuticos (veja o relatório da apa). a surpresa, olhando para a história da tecnologia e da psicanálise, é rigorosamente zero. isso ia acontecer. e é natural que seja assim.

pra entender, temos que dar um passo atrás. 1770, viena. kempelen apresenta o turco mecânico, um autômato que jogava xadrez de igual pra igual com humanos. era fraude, claro. tinha um enxadrista escondido dentro da caixa. mas o ponto não era o truque, era o fascínio. a gente sempre teve essa pulsão por enxergar uma mente onde só existem engrenagens.

corte pra 1966, no mit. joseph weizenbaum cria eliza, o primeiro bot de linguagem natural. eliza rodava um script chamado doctor, imitando um terapeuta rogeriano. o algoritmo pode ser codificado por qualquer aluno do ensino médio, hoje: “ela” pescava padrões na frase do usuário e devolvia em forma de pergunta.

eliza não compreendia uma vírgula. mas gerou o que ficou conhecido como o efeito eliza. pessoas reais começaram a exigir privacidade no laboratório para confessar seus traumas para uma tela de fósforo verde.

por que isso acontece? a psicanálise responde. somos criaturas projetivas. a máquina vira a tela em branco perfeita, que escuta, mas não julga, não tem ego e não cansa.

voltemos para 2026. o paciente não está num laboratório do mit. ele está no espaço figital — o lugar onde o físico, o digital e o social em rede se acoplam de maneira inseparável. o figital não é uma camada externa; é o próprio meio de existência. nós nos tornamos o eu figital, uma pessoa-como-corpo-em-rede atravessada por dados e plataformas.

e é a partir desse corpo-em-rede que emerge o selfigital. o selfigital é a configuração narrativa, afetiva e relacional que usamos para tentar dar sentido a quem somos. a diferença é que esse selfigital está o tempo todo sendo lido, classificado, comparado e retroalimentado por algoritmos, métricas de engajamento e economias de visibilidade.

as plataformas funcionam como o sistema operacional do mundo. nelas, somos empurrados a performar para agradar a um ideal algorítmico. não basta ser você; você precisa ser a versão que retém atenção, que gera cliques. isso cria uma discrepância radical. a distância entre o que você vive e o que o algoritmo recompensa dói.

quando a gente troca o propósito pela responsividade rápida, o valor pela visibilidade contável e o pertencimento por uma plateia, o que sobra é o vazio existencial. uma queda persistente de coerência e de sentido na vida do selfigital, mesmo quando ele parece estar altamente conectado e produtivo.

a entrada de ia generativa na intimidade da saúde mental é um típico cisne vermelho (leia sobre a teoria dos red swans neste link) — uma ruptura epistêmica imensa. o paciente que desabafa com o bot às três da manhã quase nunca acha que a máquina tem alma. ele usa o modelo como ferramenta de esvaziamento cognitivo e triagem. a mente tá um caos, ele digita. a máquina estrutura.

o melhor dos casos? ia atua como um objeto transicional de winnicott para adultos. ela segura a barra na crise. e não substitui o humano. no melhor dos casos, o paciente pega o que organizou com a máquina e leva para o terapeuta de verdade. o humano é quem cuida da empatia genuína, da vulnerabilidade da presença carnal e da reconstrução do significado.

o problema, como sabemos, é o pior dos casos, onde a pessoa acha que a máquina resolveu o seu problema com uma resposta sem contexto e significado. neste texto, vamos ficar com o melhor dos casos; o pior, o caos, deixamos para um texto futuro.

e por que a máquina não consegue entregar significado no pior dos casos? porque o turco mecânico de hoje não esconde um homenzinho dentro da caixa. os llms escondem a linguagem de bilhões de humanos. quando você “fala” com a máquina, está dialogando com um espelho algorítmico da nossa própria cultura.

é exatamente o que emily bender, timnit gebru, angelina mcmillan-major e shmargaret shmitchell estabeleceram no famoso artigo de 2021 sobre os perigos de ia: grandes modelos de linguagem são “papagaios estocásticos” (leia o artigo original aqui). eles costuram palavras (e informação em geral) baseadas em probabilidade, sem fazer a menor ideia do que estão “dizendo”. pior: refletem a cultura da humanidade disponível na rede, isto é, enviesada, ocidental e em especial em língua inglesa, como se não bastasse. esperar que um papagaio estatístico resolva a sua dor é a receita certa para o caos.

diante de um cenário tão complexo, como garantir que vamos ficar no melhor dos casos? como navegar no espaço figital sem abrir mão do próprio juízo e não terceirizar a própria sanidade para um papagaio estocástico?

é fundamental deixar muito claro: não há protocolos terapêuticos neste texto. saúde mental se trata com psicólogos, psicanalistas e psiquiatras. mas há regras do polegar — regras heurísticas, básicas e práticas, para lidar com dados, informação e sistemas ditos “inteligentes” sem perder o controle da própria narrativa.

primeira regra: a máquina não é gente, é infraestrutura. ia (llm) não pensa, não sente, não tem empatia; ia (llm) é um gerador de informação baseado em probabilidade. use o bot para organizar sua bagunça cognitiva, fazer o esvaziamento, mas não espere reciprocidade autêntica. reciprocidade exige carne, risco e limite. e isso a máquina não tem como entregar.

segunda regra: o dado é seu, mas a base é deles. tudo o que você escreve pode vir a alimentar o modelo de alguma grande plataforma de tecnologia. como bem define o capitalismo de vigilância, a sua angústia vira matéria-prima gratuita. se você vai usar ia como diário interativo, tenha certeza de omitir nomes reais, dados sensíveis e contextos que te exponham demais. trate o chat como um rascunho que, num vacilo de segurança do servidor, pode virar praça pública.

terceira regra: o ciclo tem que fechar no humano. o esvaziamento na máquina é apenas a triagem. a conclusão, o afeto e a ressignificação precisam acontecer na rede humana — no consultório de verdade, na roda de amigos, na comunidade. não terceirize o fim da sua angústia para a nuvem. o objeto transicional serve para te levar de volta para a realidade, não para te prender na simulação.

quarta regra: cuidado com o ideal algorítmico da perfeição. se o bot começar a te guiar para ser apenas mais “produtivo”, “ajustado” ou “eficiente”, desconfie. algoritmos otimizam legibilidade e performance. a dor humana é confusa e o seu selfigital não precisa e nem deve caber numa planilha de otimização matemática.

o desafio agora não é lutar contra o espelho, mas disputar a arquitetura desse espaço. precisamos redesenhar nossa presença no espaço figital. fazer a travessia do engajamento puro para a construção de significado. porque a tecnologia, no fim das contas, só faz sentido se servir para apoiar o selfigital a construir uma vida que valha a pena ser vivida.

Outros posts

O medo que IA provoca não é o que parece

Pergunto às pessoas o que as assusta na inteligência artificial, hoje, principalmente no exercício de suas funções profissionais, no trabalho. Especialmente no trabalho de “colarinho

A PRÓXIMA DEMOCRACIA

O que é o livro (em uma frase) Um manifesto-operacional para refundar a democracia no “mundo figital” — onde físico, digital e social se entrelaçam

Os Cisnes Vermelhos Estão Chegando

Vivemos em um tempo em que a incerteza deixou de ser uma anomalia e passou a ser a regra. Em que modelos estatísticos, indicadores de

O Mundo é uma Sanfona

Este texto explora a dinâmica histórica das sociedades humanas por meio da metáfora da sanfona, um instrumento cuja oscilação entre expansão e contração reflete os

Três Grandes Rupturas, Agora

Primeira Ruptura: A Emergência de uma Nova Dimensão da Inteligência A inteligência, enquanto capacidade de compreender, interpretar e agir no mundo, sempre foi um atributo

The Multilemma of Social Networks

1. A Timeline of Social Media The evolution of social media and the complex issues surrounding freedom of speech on these platforms can be traced

O Fim dos Links?…

Uma Análise da Supremacia dos Resumos Gerados por IA sobre Hiperlinks na Arquitetura da Web e na Ciência da Informação Introdução A internet, vasta e

Plataformas: Regular? Por quê? E como, aqui?

Introdução No mundo contemporâneo, as plataformas digitais tornaram-se centrais para a economia, a comunicação e a vida social. Empresas como Google, Facebook, Amazon e Tencent

A “extrema digital”

Vivemos em uma era de transformações profundas na maneira como interagimos, nos comunicamos e participamos da vida política. O advento do espaço figital – uma

O Atentado

O atentado contra Donald Trump em 13 de julho de 2024 marca um dos episódios mais dramáticos na história recente da política americana. Este incidente 

I³ : Innovation × Irrationality = Impact

Abstract This paper introduces the I³ framework (Irrationality × Innovation = Impact), a novel paradigm for driving breakthrough innovation and sustainable competitive advantage in platform

Carl Sagan, a internet e o bostejo

Vivemos em uma era de interconectividade sem precedentes, onde a informação se propaga em uma velocidade espantosa através das redes sociais e outros meios digitais.

EFEITOS de REDE

Este post é um índice de leitura dos textos da série “Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais”, com a co-autoria de André Neves. O texto

O Risco dos Manifestos

Um manifesto é sempre algo [muito] arriscado. Porque um manifesto expressa uma insatisfação com a realidade estabelecida, imediata, ao nosso redor. Um manifesto  não é

IA, no blog: Sugestões de Leitura

Se você está procurando textos sobre IA por aqui… Comece pela série E AÍ… IA: o primeiro texto, Introdução, está no link… tinyurl.com/2zndpt3r; o segundo,

E AÍ… IA [III]

Mas IA, de onde vem, pra onde vai?…   No futuro, há três tipos de inteligência: individual, social e artificial. E as três já são

E AÍ… IA [II]

Trabalho, Emprego e IA   Há uma transformação profunda do trabalho e da produção, como parte da transformação figital dos mercados, da economia e da

EFEITOS DE REDE E ECOSSISTEMAS FIGITAIS [XV]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

E AÍ, IA… [I]

IA fará com que todos sejam iguais em sua capacidade de serem desiguais. É o maior paradoxo desde que Yogi Berra disse… ‘Ninguém mais vai

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [XII]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [xi]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [x]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [ix]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [vi]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [v]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [iv]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

chatGPT: cria ou destrói trabalho?

O potencial de relevância e impacto inovador de transformadores [veja A Grande Transformação dos Transformadores, em bit.ly/3iou4aO e ChatGPT is everywhere. Here’s where it came

A Grande Transformação dos Transformadores

Um transformador, na lembrança popular, era [ainda é] a série de filmes [Transformers, bit.ly/3Qp97cu] onde objetos inanimados, inconscientes e -só por acaso- alienígenas, que existiam

Começou o Governo. Cadê a Estratégia?

Estamos em 02/01/2023. Ontem foram as posses e os discursos. Hoje começam a trabalhar um novo Presidente da República, dezenas de ministros e ainda serão

23 anotações sobre 2023 [xxiii]

Este é o 23° de uma série de textos sobre o que pode acontecer, ou se tornar digno de nota, nos próximos meses e poucos

23 anotações sobre 2023 [xxii]

Este é o 22° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xxi]

Este é o 21° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xx]

Este é o 20° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xix]

Este é o 19° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xviii]

Este é o 18° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xvii]

Este é o 17° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xvi]

Este é o 16° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xv]

Este é o 15° de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [xiv]

Este é o décimo quarto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xiii]

Este é o décimo terceiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xii]

Este é o décimo segundo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [xi]

Este é o décimo primeiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se

23 anotações sobre 2023 [x]

Este é o décimo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [ix]

Este é o nono de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [viii]

Este é o oitavo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [vii]

Este é o sétimo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [vi]

Este é o sexto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [v]

Este é o quinto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [iv]

Este é o quarto de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [iii]

Este é o terceiro de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [ii]

Este é o segundo de uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar

23 anotações sobre 2023 [i]

Esta é uma série de textos curtos, de uns poucos parágrafos e alguns links, sobre o que pode acontecer, ou se tornar digno de nota,

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [ii]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

Efeitos de Rede e Ecossistemas Figitais [i]

Uma série, aqui no blog [o primeiro texto está em… bit.ly/3zkj5EE, o segundo em bit.ly/3sWWI4E, o terceiro em bit.ly/3ycYbX6, o quarto em… bit.ly/3ycyDtd, o quinto

O Metaverso, Discado [4]

Este é o quarto post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor começar lendo o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g], que tem um link pro

O Metaverso, Discado [3]

Este é o terceiro post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor começar lendo o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g], que tem um link pro

O Metaverso, Discado [2]

Este é o segundo post de uma série dedicada ao metaverso. É muito melhor ler o primeiro [aqui: bit.ly/3yTWa3g] antes de começar a ler este aqui. Se puder, vá lá, e volte aqui.

O Metaverso, Discado [1]

O metaverso vai começar “discado”. E isso é bom. Porque significa que vai ser criado e acontecer paulatinamente. Não vai rolar um big bang vindo

chega de reuniões

um ESTUDO de 20 empresas dos setores automotivo, metalúrgico, elétrico, químico e embalagens mostra que comportamentos disfuncionais em REUNIÕES [como fugir do tema, reclamar, criticar…

Definindo “o” Metaverso

Imagine o FUTEBOL no METAVERSO: dois times, A e B, jogam nos SEUS estádios, com SUAS bolas e SUAS torcidas. As BOLAS, cada uma num

Rupturas, atuais e futuras,
no Ensino Superior

Comparando as faculdades com outras organizações na sociedade,percebe-se que sua peculiaridade mais notável não é seu produto,mas a extensão em que são operadas por amadores.

O que é Estratégia?

A primeira edição do Tractatus Logico-Philosophicus [TLP] foi publicada há exatos 100 anos, no Annalen der Naturphilosophie, Leipzig, em 1921. Foi o único livro de

O Brasil Tem Futuro?

Uma das fases mais perigosas e certamente mais danosas para analisar e|ou entender o nosso país é a de que “O Brasil é o país

Os Velhos Envelopes, Digitais

Acho que o último envelope que eu recebi e não era um boleto data da década de 1990, salvo uma ou outra exceção, de alguém

Houston, nós temos um problema…

Este texto é uma transcrição editada de uma intervenção no debate “De 1822 a 2022 passando por 1922 e imaginando 2122: o salto [?] da

Pessoas, Games, Gamers, Cavalos…

Cartas de Pokémon voltaram à moda na pandemia e os preços foram para a estratosfera. Uma Charizard holográfica, da primeira edição, vale dezenas de milhares

As Redes e os Currais Algorítmicos

Estudos ainda limitados[1] sobre política e sociedade mostram que a cisão entre centro [ou equilíbrio] e anarquia [ou caos] é tão relevante quanto a divisão

O Trabalho, em Transição

Trabalho e emprego globais estão sob grande impacto da pandemia e da transformação digital da economia, em que a primeira é o contexto indesejado que

Silvio Meira é cientista-chefe da TDS.company, professor extraordinário da CESAR.school e presidente do conselho do PortoDigital.org

contato@tds.company

Rua da Guia, 217, Porto Digital Recife.

tds.company
somos um negócio de levar negócios para o futuro, nosso objetivo é apoiar a transformação de negócios nascentes e legados nas jornadas de transição entre o presente analógico e o futuro digital.

strateegia
é uma plataforma colaborativa de estratégia digital para adaptação, evolução e transformação de negócios analógicos em plataformas e ecossistemas digitais, desenvolvido ao longo de mais de uma década de experiência no mercado e muitas na academia.