SILVIO MEIRA

o substituto do emeio

paul graham está no negócio de financiar novos negócios inovadores de crescimento empreendedor há muito tempo, é "o" cara do Y combinator, um dos aceleradores de empresas mais famosos e mais bem sucedidos do mundo. graham vê milhares propostas de começar negócios inovadores por ano. e tem coisas que ele não vê de jeito nenhum. resultado? uma lista de negócios bilionários esperando alguém para fazê-los agora. o post anterior foi sobre o primeiro item da lista, "a próxima máquina de busca" e este é sobre o segundo, como substituir emeio.

graham diz que emeio [email, correio eletrônico…] não é um sistema de e para troca de mensagens, mas uma [longa] lista de coisas a fazer, com um caso degenerado que é quando alguém quer que você realmente leia alguma coisa e, depois, não faça nada sobre o que leu. há casos mais obtusos, que passam pelos .PPS de megabytes no seu emeio, com trilha sonora e tudo… para o que parece haver pessoas altamente especializadas em achar que, por alguma carga d'água, você não poderia viver sem eles. graham diz que os protocolos de emeio não deveriam ser de mensagens, mas de coisas-a-fazer e, como tal, dar mais poder a quem recebe uma indicação do que fazer do que o emeio atual permite. de tal ponto de vista, trata-se de empoderar o receptor, provendo meios para que ele selecione de forma mais eficiente e eficaz o que lhe é mandado pelo transmissor.

hoje, emeio não é a melhor forma de criar uma lista coletiva [ou corporativa] de coisas a fazer. há muitas ferramentas especializadas nisso. o problema é que emeio é mais ou menos padrão. e muito aberto. todo mundo pode mandar emeio para todo o resto do mundo e, com raras exceções, qualquer mensagem mandada entre quaisquer pontos chega. inclusive o trilhão de emeios de spam enviado todo dia [chegou a dois trilhões em maio de 2011], o que faz com que a porcentagem de mensagens legítimas fique no máximo em 30%. um inferno que eu e você conhecemos nas nossas caixas de entrada e que não tem melhorado muito com o tempo.

graham diz que se alguém encontrar uma solução que, ao mesmo tempo, atraia gente interessante para usar logo na partida e seja boa o suficiente [também no começo] para todo mundo achar que vale alguma coisa [ou seja, tem que ser muito melhor do que gmail, hotmail, etc…] e deveria ser paga [dezenas de dólares por ano…] este é um negócio de bilhões e, você sendo sócio, um deles é seu.

parece certo que não dependeremos do emeio que temos hoje da mesma forma, no futuro. muita gente mais nova nem manda emeio mais; está no skype, nos IMs das redes sociais, nas infraestuturas de redes sociais para empresas como podio. mas tais redes não resolvem o problema que emeio resolve, a criação e manutenção de uma lista aberta, dirigida a você [e não por você, pelo menos não de uma forma simples e efetiva], com a qual todo mundo pode interagir. o problema, você diria, é o "todo mundo". seja lá qual for, emeio como nós conhecemos tem quase 50 anos e parece ser uma daquelas coisas que está aí há tempo suficiente para alguém refazer, de uma forma simples, sofisticada e revolucionária ao mesmo tempo.

pois bem: o blog resolveu perguntar ao prof. andre santos, vice-diretor do centro de informática da UFPE e membro do comitê gestor do instituto nacional para engenharia de software, INES, o seguinte: qual a possibilidade desse substituto de emeio vir do brasil, de três pontos de vista 1. científico, 2. tecnológico e 3. de empreendedorismo e investimento?

a resposta de andré…

Não consegui refletir mais profundamente se realmente o email poderia ser substituído inteiramente por algo na linha de uma to do list, mas certamente uma parte muito grande deles se encaixa nesse perfil.

Uma solução como esta pode surgir e crescer sem necessitar de algo que venha imediatamente querer substituir ou competir com um Hotmail ou Gmail, mas como uma solução alternativa ou complementar ao que eles oferecem, substituindo aos poucos o que é feito usando email. Afinal, este é o caminho que já foi e é trilhado pelas instant messages (que já são muito mais usadas pelos mais jovens ao invés do email) e outros mecanismos de troca de informações dentro de redes sociais como Twitter e Facebook. Sob esse aspecto o email já está sendo substituído em várias instâncias.

Especulando um pouco mais, vejo dois caminhos que podem ser trilhados nessa direção: a substituição de alguns tipos de emails por serviços alternativos, como, por exemplo, os calendários compartilhados onde você pode dar liberdade para determinadas pessoas marcarem reuniões com você, dentro de determinados critérios (alunos em tais horários, colegas em tais outros, etc.) ou pedirem reuniões nesses sistemas. Ou acesso para incluírem atividades nas suas to do lists. Isso já é oferecido em alguns serviços, mas creio ainda tem muita resistência cultural pelas pessoas e empresas e precisa, como uma rede social, que as pessoas mudem para esta forma de agir muito rapidamente para que se torne realmente útil e viável.

Mas eu acredito mais em um segundo caminho, que não precisa que todas as pessoas e empresas com quem você interage mudem seus hábitos, em que [programas] assistentes inteligentes filtrem e leiam seus emails, reconhecendo esses vários tipos de pedidos e interações, e trate muitos deles de forma automática, classificando e processando seus textos (ou protocolos, como sugere Graham). Este "assistente" saberia (ou sugeriria) o que deve ir para a agenda, para uma to do list, para qual to do list, etc.

Esse trabalho também é oferecido, de forma muito limitada, pelos leitores de email, mas exige um trabalho tedioso e muito suscetível a erros, feito pelo próprio usuário, para programar esses filtros.

Este segundo caminho precisaria se tornar muito mais inteligente, e portanto tem um amplo espaço para ser explorado do ponto de vista científico, técnico e de empreendedorismo nacional, pois é algo que pode começar daqui, para aqui mas também para o mundo.

Um exemplo deste caminho de ler e entender sua caixa postal é o site TripIt. Ele pode ser configurado para ler seus emails, e sempre que chega um bilhete de passagem aérea, ou reserva de hotel ou carro, por exemplo, ele organiza essas informações de forma a manter todas as informações de sua viagem organizada e em um só lugar. Ele reconhece e lê a informação de uma infinidade de companhias aéreas e sistemas de reservas, que são todos diferentes entre si. Para executivos e pessoas que viajam muito isto tem um valor agregado significativo.

Do ponto de vista científico nacional certamente temos pessoal capacitado para criar soluções simples mas também sofisticadas para os desafios que este tipo "assistente" necessita, seja em inteligência artificial, algoritmos ou engenharia de software, por exemplo, para "entender" e processar essas mensagens corretamente. O mesmo pode ser dito do nosso pessoal técnico, que implementaria tais soluções em produtos comerciais.

Também acredito na capacidade de empreendedorismo e investimento nacionais na direção de poder criar e viabilizar uma solução inovadora como esta, cujo grande desafio é criar os modelos de negócio que permitam o desenvolvimento e adoção de algo assim a um custo atrativo e viável.

No mundo de hoje não há nada que impeça que uma solução assim seja criada a partir do Brasil. A não ser que nos faltem empreendedores e investidores para desafios tão ousados como ter como premissa o fim do email…

segundo andré, temos conhecimento [em potencial] e temos gente para empreender e investir [em potencial, também]. resta fazer. fazer algo que ninguém conseguiu fazer nos últimos 10 anos, que é o tempo em que quase todos já descobrimos que há alguma coisa fundamentalmente errada com emeio mas, apesar disso, não achamos o substituto. ou um bom substituto.

há algum tempo, acho que um possível substituto do emeio teria algo a ver com skywriting [“escrever” no céu, com aviões], só que transposto para a web [inspirado por harnad, neste link] e, quem sabe, não tento atacar este problema? afinal de contas, também estou atrás de meu bilhão…

skywriting

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