SILVIO MEIRA

a volta do “ciberespaço”

william hague é o equivalente do ministro de relações exteriores de sua majestade elizabeth II. lá, o nome literal do cargo é, simplesmente, o "secretário do estrangeiro". olhando do ponto de vista de mr. hague, o "estrangeiro" online está se transformando em um megaproblema.

ao ponto do governo inglês ter provocado e organizado a primeira grande conferência mundial de "segurança do ciberspaço". sim, ciberespaço, uma forma de nomear a internet que andava meio fora de moda. mas que pode fazer sentido, se a ótica for de que a internet –a rede- é a base para um ambiente que acontece sobre sua infraestrutura, serviços e aplicações. no topo desta tríade, rola um "espaço virtual", que interfere e se mistura com o concreto… e é este lugar que poderia ser denominado "ciberespaço".

o governo inglês quer que todos os outros países comecem a entender um bocado de coisas sobre a rede [ou o "ciberespaço"]  e sua segurança. avalia que ataques virtuais já custaram US$43 bilhões à economia da ilha e são a causa [direta] da falência de um fabricante de turbinas eólicas. por baixo do pano, diz-se que a culpa é da… sim, você adivinhou, da china. a coisa chegou a um ponto em se publica uma "matriz de retorno de investimento para crime virtual" que ser vista na imagem abaixo [para 2011], tirada deste relatório. e roubo de dados está lá, na crista da onda.

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segundo william hague, a conferência terminou com quatro mensagens bem claras para os governos: 1. seja lá qual for o país, o crescimento do crime virtual é uma ameaça séria para seus cidadãos e tratar este problema tem que deixar de ser uma atividade ocasional para se tornar parte das políticas, estratégias e operações de todos os países; 2. a internet não deve ser tratada como sendo propriedade dos governos e conter os problemas de segurança discutidos na conferência só vai ser possível trazendo para muito perto pessoas e instituições que estão fora do governo; 3. ataques virtuais incentivados ou apoiados por governos não interessam a ninguém no longo prazo e devem ser contidos imediatamente e 4. ignorar as forças da rede, que pedem e promovem mais transparência, abertura e intercâmbio, à guisa de tratar os problemas de segurança… é uma má ideia e vai dar errado.

hague ainda disse que a mensagem da conferência aos empreendedores e companhias é… continuem inovando; mantenham o fluxo de ideias e trabalhem junto com seus governos para salvaguardar propriedade intelectual e prevenir o crime virtual. para os indivíduos, o secretário inglês deixou claro que "este é o seu debate": sem as pessoas e sua participação, a rede não seria o espaço de expressão e diversidade de conteúdo e opinião global que é. e seu valor e importância seria muito menor. irrelevante, talvez.

um número de países não acha que deveria ser assim e está propondo, na ONU, um código de conduta global que chega perto de "relocalizar" a rede, como se a internet em cada país fosse a "sua" rede, para a qual valeriam controles geográficos e de fronteiras do começo do século passado.

joe biden, vice-presidente dos estados unidos, discorda:

"What citizens do online should not, as some have suggested, be decreed solely by groups of governments making decisions for them somewhere on high… No citizen of any country should be subject to a repressive global code when they send an email or post a comment to a news article. They should not be prevented from sharing their innovations with global consumers simply because they live across a national frontier. That is not how the internet should ever work in our view."

este embate faz parte do vai-e-vem da vida inteligente no planeta, nos eixos do espaço e tempo. toynbee já dizia que a civilização é um movimento e não uma condição, uma viagem e não um porto. por um tempo, pode ser possível "conter" as forças que se articulam na [e em] rede. pouco tempo. o tempo social, no entanto, é longo. esse "pouco" pode ser 50 anos. mas mais cedo ou mais tarde [pense daqui a cem ou, radicalize, mil anos] vai haver um só planeta, uma só civilização. com seus sotaques e costumes locais, claro. mas muitas coisas vão ser globais, como a grécia demonstra hoje em dia: pra ter a mesma moeda, tinha que ser a mesma economia.

na internet, ou no tal ciberespaço da conferência inglesa, pra fazer parte da mesma rede vamos ter todos que seguir os mesmos princípios, mais cedo ou mais tarde. de segurança, também.

mas não vai ser fácil. e vai ser preciso muito mais de uma conferência. esta pode não ter sido muito boa. ou um completo fracasso. e os princípios propostos por uns podem não ser aceitáveis por muitos. pode até ser que o reino unido tenha realizado tal encontro para se redimir de ter pensado em censurar a rede no quebra-quebra de londres. mas todos concordam que é preciso agir para garantir que todos vão ter acesso confiável e seguro à rede, tão livres de restrições e ataques quanto possível e que, sem uma ampla colaboração internacional, isso não vai acontecer.

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é muito provável que o cenário que queremos para o planeta seja o que o GBN e a rockfeller foundation descrevem como "clever together", ou todo mundo muito esperto, junto, o que quer dizer alta adaptabilidade e alto alinhamento político e econômico. travar a rede, criar restrições para o maior engenho de alinhamento e crescimento [em todos os sentidos] global, seja lá por qual razão for, não é um bom começo. tomara que nem tentem. e, se tentarem, aí é que vamos ter que nos alinhar e provar que valemos os links das redes que estamos construindo.

na rede, o problema é muito mais complexo e bem maior do que segurança. a imagem abaixo é um link para um relatório onde se discute os possíveis cenários para a internet em 2025, ou como vamos evoluir de uma rede de 2 bilhões de pessoas [e 3 trilhões de dólares anuais] hoje para 5 ou 6 bilhões de pessoas, lá, e todo um novo mundo pra se conectar e [re]descobrir.

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ciberespaço, internet, rede ou web, a história do virtual só está começando. e as decisões desta década terão impactos profundos nas próximas e todo cuidado é pouco. e o cuidado com a rede… tem que ser em rede.

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